
Tipo
Filme
Ano
1992
Duração
94 min
Status
Released
Lançamento
1992-01-21
Nota
4.7
Votos
98
Direção/Criação
Lewis Abernathy
Orçamento
-
Receita
-
Temporadas
-
Episódios
-
Sinopse
Após seu marido ter sido morto em um acidente de carro e sua filha paralisada, Kelly Cobb deve precaver-se não apenas contra seu misterioso cunhado, mas também contra os maus espíritos que assombram sua casa.
Elenco principal
Reviews
Total: 1
Filipe Manuel Neto
**Um final frio para uma franquia que nunca aqueceu realmente.** Realmente esperava mais qualquer coisa deste filme. Apesar de a franquia *Uma Casa Alucinante* ser muito fraca, os filmes anteriores revelaram ser mais interessantes. Sem imaginação, criatividade ou um esforço para nos dar algo realmente interessante, este filme tentou, todavia, dar seguimento à história do primeiro filme. Foi, porém, um final frio para uma franquia que realmente nunca aqueceu. O roteiro volta à figura de Roger Cobb, protagonista do primeiro filme. Desta vez, e após todas as peripécias do primeiro filme, ele vai receber uma casa do seu falecido pai… o que me deixa a pensar na sorte deste sujeito, que passa a vida a receber casarões de herança de vários parentes que vão morrendo… casarões esses que, invariavelmente, estão assombrados ou possuem algo de sobrenatural. De facto, o filme copia bastante a estrutura do filme inicial, com leves ‘nuances’ que não apagam a sensação de “espera, eu já vi isto em algum lugar”… Willian Katt volta ao papel que desempenhou no primeiro filme da franquia, mas a qualidade do seu trabalho como actor decaiu assinalavelmente. Sem material à altura e sem uma direcção a exigir mais, o actor está meio que entregue a si mesmo e não nos dá algo realmente apelativo. Para tornar tudo ainda mais difícil, o actor vê a sua personagem morrer extraordinariamente rápido, pelo que a sua aparição neste filme é basicamente episódica. Não obstante, a juventude, Melissa Clayton também merece uma nota positiva, desembaraçando-se muito bem e roubando as nossas atenções, especialmente, nas cenas mais cómicas. Terri Treas também me parece bem na personagem que lhe calhou, muito embora o roteiro a reduza a uma máquina de gritar. Scott Burkholder é um vilão cliché, mas divertido. Pela negativa, devo mencionar a performance muito estereotipada de Ned Romero e a maneira irritante de actuar de Denny Dillon, a quem calhou a personagem mais deslocada do filme. Com um roteiro medíocre, uma má direcção e um elenco desinspirado, as características que vão redimindo este filme residem nos valores de produção e, particularmente, no uso sensato e inteligente dos efeitos especiais, de muito boa qualidade, em que a produção gastou boa parte do orçamento. O filme não é muito assustador, pode quase ser considerado um filme familiar. Os cenários também foram bem idealizados, a cinematografia cumpre o seu papel sem qualquer demérito e a edição parece-me bastante discreta.
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