RoboCop 3
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RoboCop 3

RoboCop 3

Ele voltou para restabelecer a lei.

Tipo

Filme

Ano

1993

Duração

104 min

Status

Released

Lançamento

1993-01-21

Nota

4.9

Votos

1.425

Direção/Criação

Fred Dekker

Orçamento

US$ 22.000.000

Receita

US$ 10.696.210

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

A corporação OCP estuda desenvolver o projeto Delta City, que vai substituir a abandonada cidade de Detroit. Para atingir este fim, a OCP convoca as forças armadas para intimidar os residentes de fora da cidade, sob o pretexto de que eles estarão contribuindo sua parte para reduzir a criminalidade. Depois de Robocop se unir à resistência civil, ele sustenta vários ferimentos, mas se recupera para lutar contra os robôs-ninja construídos pela OCP.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**O aguardado final.** A trilogia “Robocop” é uma daquelas trilogias que o cinema permitiu que existissem para se arrepender logo a seguir. Após um filme muito bom, seguiram-se dois filmes tão maus e mal executados que enterraram qualquer hipótese de continuação ou de remake durante mais de vinte e cinco anos. Não vale realmente a pena falar do roteiro deste filme, bastando dizer que é uma espécie de remake de ideias já apresentadas nos dois primeiros filmes, em que a empresa que fez o Robocop é a grande responsável por atropelos aos direitos e liberdades dos cidadãos de Detroit graças a planos obscuros e inescrupulosos para crescer e fazer dinheiro facilmente. Nada neste filme é verdadeiramente novo ou original, e toda a produção transpira “filme B”. A maior novidade aqui acaba sendo a inserção de uma criança genialmente boa com computadores, mas é uma novidade que carece de qualquer verosimilhança na década em que foi feito o filme. Se isso fosse introduzido nos dias actuais, em que as crianças nascem da barriga das suas mães com os dedos fincados em smartphones, eu teria mais facilidade em acreditar na personagem. Para além de tudo isto, o filme oferece-nos uma hora de arrependimento e tempo perdido graças a uma edição e montagem básicas, um design de produção barato, um elenco feito de alunos de cinema ou de figurantes a quem foi dado algum texto para dizer, diálogos miseráveis e muito mal escritos, alguma violência coreográfica e muita animação em stop-motion pobremente executada. É um filme difícil de analisar dada a necessidade de escavar muito para ter algum ponto positivo para destacar num texto que não seja mais de dois parágrafos. Eu destacaria apenas a duração relativamente reduzida do filme (que é uma bênção que nos impede de perder tempo de vida inutilmente), a cinematografia um pouco básica, mas decente e a banda sonora, que cumpre os mínimos requisitos de qualidade expectáveis.

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