A Princesa de Montpensier
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A Princesa de Montpensier

A Princesa de Montpensier

Tipo

Filme

Ano

2010

Duração

139 min

Status

Released

Lançamento

2010-11-03

Nota

6.3

Votos

273

Direção/Criação

Bertrand Tavernier

Orçamento

US$ 14.734.000

Receita

US$ 6.775.121

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

A França do século 16 está dividida pela guerra entre protestantes e católicos. Apaixonada por seu primo (o duque Henri de Guise) Marie de Mézières é obrigada a se casar com o católico príncipe Philippe de Montpensier, que nunca conheceu. Quando parte para lutar contra os protestantes ao lado do rei Carlos IX, o príncipe a manda para uma estada sob os cuidados do Conde de Chabannes. Mas a paixão antiga encontrará meios de se manifestar.

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Reviews

Total: 2

Filipe Manuel Neto

**Muito interessante e positivo.** Este filme de época necessita de alguma contextualização para ser percebido pelo público. Ambientado no final do século XVI, o filme retrata um drama romântico e um triângulo amoroso em meio às guerras religiosas que opuseram católicos e protestantes, rasgando a França ao meio. Para entender o filme é, portanto, preciso conhecer um pouco desse período histórico. O filme retrata bastante bem as lutas internas que o país viveu, a divisão do poder político em facções religiosamente militantes, os esforços da rainha regente, Maria de Médicis, para tentar salvar a Dinastia de Valois e o famigerado Massacre do Dia de São Bartolomeu. A personagem principal é Marie De Mezières, muito bem interpretada pela bonita Mélanie Thierry, uma actriz capaz, que fez um trabalho bastante competente aqui. A personagem dela apaixona-se pelo próprio primo, o poderoso Henri de Guise, que é interpretado por Gaspard Ulliel, mas acaba sendo obrigada a casar com o príncipe Philippe De Montpensier, um militar que é interpretado por Grégoire Leprince-Ringuet, e que deixa a sua esposa aos cuidados do Conde de Chabannes, (interpretado por Lambert Wilson), um nobre experiente que irá funcionar como um tutor e confidente, à medida que se apaixona, secretamente, pela jovem Marie. Os quatro actores foram capazes de um excelente trabalho, que tornou o filme muito agradável e apelativo, permitindo manter-se interessante até ao final. Este, por sua vez, pode desapontar os que, simplesmente, só procuram um final feliz. A moral de toda a história, de facto, é o carácter destrutivo das paixões e não apenas um "felizes para sempre", cor-de-rosa e agradável. Tecnicamente, o filme não comete grandes pecados. A cinematografia cumpriu muito bem o papel dela, os cenários e figurinos são excelentes e transportam-nos automaticamente para a época e o trabalho de pós-produção e edição parece ter sido feito com competência. A banda-sonora também cumpre, sem merecer destaque.

Filipe Manuel Neto

**Interessante e positivo.** Este filme de época precisa de alguma contextualização para ser compreendido pelo público. Ambientado no fim do século XVI, retrata um triângulo amoroso em meio às guerras religiosas que opunham os católicos e os protestantes em França. Entender o filme é, portanto, conhecer um pouco desse período. O filme retrata muito bem as lutas internas que o país experimentou, a divisão do poder político em facções religiosamente militantes, os esforços da rainha regente, Maria de Médicis, para tentar salvar a dinastia dos Valois e o famigerado Massacre do Dia de São Bartolomeu. A personagem principal é Marie De Mezières, muito bem interpretada pela bela Mélanie Thierry, uma actriz que fez um trabalho muito competente. A sua personagem apaixona-se pelo próprio primo, o poderoso Henrique de Guise, que é interpretado por Gaspard Ulliel, mas acaba sendo forçada a casar com o príncipe Filipe de Montpensier, que é interpretado por Grégoire Leprince-Ringuet. Quando este parte para a guerra, deixa os bens e a esposa ao cuidado do Conde de Chabannes, (interpretado por Lambert Wilson), um nobre experiente que actuará como guardião e confidente, enquanto se apaixona secretamente pela jovem. Os quatro atores fizeram um óptimo trabalho, o que tornou o filme muito agradável e atraente, permitindo que continuasse interessante até ao final. Isso, por sua vez, pode desapontar aqueles que simplesmente procuram um final feliz. A moral da história, na verdade, fala-nos do caráter destrutivo das paixões e não há, propriamente, um "felizes para sempre", cor-de-rosa e agradável. Tecnicamente, o filme não comete grandes pecados. A fotografia fez o papel dela muito bem, os cenários e figurinos são excelentes e transportam-nos logo para a época que retractam. O trabalho de pós-produção e edição parece ter sido feito com competência. A banda sonora também cumpre o seu papel, embora sem merecer grande atenção.

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