Terror em Silent Hill
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Terror em Silent Hill

Terror em Silent Hill

Ao entrar em Silent Hill, jamais conseguirá sair.

Tipo

Filme

Ano

2006

Duração

125 min

Status

Released

Lançamento

2006-04-21

Nota

6.6

Votos

4.794

Direção/Criação

Christophe Gans

Orçamento

US$ 50.000.000

Receita

US$ 100.605.135

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Rose, uma mãe desesperada leva sua filha adotiva, Sharon, para a cidade de Silent Hill na tentativa de curá-la de seu sofrimento. Após um violento acidente de carro, Sharon desaparece e Rose começa sua busca desesperada para recuperá-la. Ela entra em uma neblina de cinzas e vai de encontro ao terrível segredo da cidade. Perseguida por grotescas criaturas deformadas e outras pessoas da cidade presas em um permanente purgatório, Rose começa a desvendar a verdade por trás do apocalíptico desastre que queimou a cidade há 30 anos.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Um bom filme de terror com lamentáveis falhas de roteiro.** Este filme é inspirado num popular jogo de vídeo, o que faz imediatamente soar um alarme na minha cabeça... mas apesar das reservas iniciais, fiquei surpreendido pela positiva. Não é o melhor filme de terror que já vi mas é bastante intenso, principalmente para quem não conhece o jogo, o que é o meu caso. A acção acontece em Silent Hill, uma pequena vila em ruínas que foi abandonada às pressas após um grave incidente ambiental (qualquer semelhança com a cidade de Centrália não é mera coincidência) e agora é assombrada por entidades sobrenaturais, poderosas e cruéis, ligadas ao passado do lugar. Aqui, uma jovem mãe procura pela sua filha desaparecida. A história começa muito bem e fica melhor à medida que somos brindados por uma sucessão de eventos e aparições assustadoras. É como se houvesse um alter-ego, escuro e assustador, da própria vila, e que só aparece à noite. De dia, tudo é tranquilo, embora envolto numa neblina permanente e teimosa. De noite, a cidade é um palco para criaturas que são verdadeiramente o produto de um pesadelo. Mais assustador impossível. Claro, o filme está repleto de CGI, imponente e bem trabalhado, assim como de bons efeitos sonoros e visuais. O roteiro, no entanto, carece de solidez e há vários furos que o filme simplesmente ignora, deixando coisas por explicar para tentar contar uma história ridícula envolvendo bruxas. A certa altura, toda a história do filme só se aguenta se ignorarmos as incongruências e nos concentrarmos exclusivamente no que estamos a ver. Radha Mitchell dá vida à personagem principal, a mãe que procura a sua filha, mas fá-lo de forma tão forçada e implausível que só podemos concluir que foi um erro pô-la naquela personagem. Jodelle Ferland deu vida a Sharon e à sua alter-ego, Alessa, a grande vilã. Para tão jovem actriz é, sem dúvida, um teste de versatilidade mas, diga-se em abono da verdade, não eram personagens muito difíceis. Sean Bean também aparece no filme, mas a sua personagem é tão absurdamente mal utilizada que o actor acaba quase como figurante.

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