Matrix Revolutions
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Matrix Revolutions

Matrix Revolutions

Tudo que tem começo tem fim.

Tipo

Filme

Ano

2003

Duração

129 min

Status

Released

Lançamento

2003-11-05

Nota

6.7

Votos

10.690

Direção/Criação

Lana Wachowski

Orçamento

US$ 150.000.000

Receita

US$ 424.988.211

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Após enfrentar os sentinelas no mundo real, Neo, a maior esperança da humanidade, está preso entre a Matrix e a realidade. A maioria da população do planeta permanece em um estado de suspensão da realidade virtual. Os poucos humanos que estão cientes das duras realidades tentam desesperadamente afastar as máquinas a tempo de Neo escapar e salvar o dia. Mas as coisas pioram quando o poderoso programa de computador, Agente Smith, aparece na forma humana.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Mais vaidade e presunção do que propriamente qualidade** Este filme é o término de uma trilogia que começou muito bem mas acabou por descarrilar rapidamente. Extremamente ambicioso e muito original, era difícil manter a chama acesa ao longo de três filmes. Este filme, em particular, é a continuação imediata da acção do seu antecessor, e padece dos mesmos problemas e falhas, apesar de ser ligeiramente melhor, na minha opinião. O filme continua a parecer fixe e a apostar fortemente no estilo próprio que criou logo no início do filme. A acção e os fortes efeitos especiais, visuais e de som continuam lá e continuam a fazer parecer tudo incrível, mas já não nos surpreende e, simplesmente, não é mais a mesma coisa. O mesmo se passa com a banda sonora, que já não tem o poder que senti nos primeiros dois filmes. O roteiro continua a contar uma história estranha, mas o problema continua a não ser esse. O problema é que o filme parece querer apostar em tudo sem de facto o fazer. E assim temos, por exemplo, o reaparecimento do Merovingian sem que isso traga qualquer aditivo positivo ao filme ou seja mais do que um cameo. Isto para apenas dar um exemplo de quão estranhas foram algumas das opções de roteiro. O filme tem, também, um ritmo dissonante e desigual que faz com que certas partes do filme se arrastem como se estivessem moribundas. Os actores continuam a parecer bem, e acho até que me pareceram muito mais humanos neste filme do que em qualquer um dos seus precedentes. O problema foram alguns dos diálogos, que simplesmente não fazem sentido nenhum. Acho que as directoras do filme se deixaram levar pelo sucesso e pelo reconhecimento e, a dado momento, pensaram que estavam a fazer uma gigantesca obra-prima do cinema, e que isso acabou por se reflectir no filme, dando a sensação de que o filme quer ser mais do que é. E isso é sempre chato. Em vez de fazerem um trabalho que conseguisse ombrear com a qualidade do primeiro filme, as directoras adormeceram à sombra dos próprios louros.

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