O Orfanato
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O Orfanato

O Orfanato

Um conto de amor. Uma história de horror.

Tipo

Filme

Ano

2007

Duração

105 min

Status

Released

Lançamento

2007-05-20

Nota

7.2

Votos

3.092

Direção/Criação

J. A. Bayona

Orçamento

US$ 3.400.000

Receita

US$ 78.638.987

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Laura (Belén Rueda) passou os anos mais felizes de sua vida em um orfanato, onde recebeu os cuidados de uma equipe e de outros companheiros órfãos, a quem considerava como se fossem seus irmãos e irmãs verdadeiros. Agora, 30 anos depois, ela retornou ao local com seu marido Carlos (Fernando Cayo) e seu filho Simón (Roger Príncep), de 7 anos. Ela deseja restaurar e reabrir o orfanato, que está abandonado há vários anos. O local logo desperta a imaginação de Simón, que passa a criar contos fantásticos. Entretanto à medida que os contos ficam mais estranhos Laura começa a desconfiar que há algo à espreita na casa.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Uma pequena maravilha do cinema espanhol.** Este filme é uma pequena pérola e vem do país vizinho. Conta a história de um casal que foi morar numa grande casa que, no passado, funcionava como orfanato. Contudo, e apesar das obras feitas pelo casal, que pretende abrir na casa uma instituição para cuidar de crianças, o filho deles começa a ver crianças invisíveis e desaparece de maneira misteriosa. Segue-se uma busca desesperada, na qual a jovem mãe irá perceber gradualmente os contornos sobrenaturais do problema. O roteiro é simples mas eficaz. A história é boa e a tensão permanente cresce de modo lento e gradual. Foi realizado por Juan Antonio Baiona (director que eu nunca tinha ouvido falar) e é um filme que vem no seguimento de outras obras de terror e suspense do cinema espanhol, de Guillermo del Toro ou Alejandro Amenábar, entre outros, que tem feito grande sucesso internacional. Os ambientes e cenários foram cuidadosamente elaborados e o trabalho dos actores é compenetrado, sério e muito convincente. Belén Rueda e Roger Príncep dão vida ao casal protagonista e não ficam atrás de muitos actores de Hollywood. De facto, penso que a origem europeia deste filme veio a prejudicá-lo. O cinema europeu não tem a visibilidade do cinema norte-americano, por maior qualidade que tenha, em virtude de não ter a poderosa máquina de publicidade e merchandising que os grandes estúdios possuem. Merecia sem dúvida mais visibilidade e notoriedade.

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