007: Os Diamantes São Eternos
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007: Os Diamantes São Eternos

007: Os Diamantes São Eternos

Bond está de volta para uma vingança.

Tipo

Filme

Ano

1971

Duração

120 min

Status

Released

Lançamento

1971-12-14

Nota

6.4

Votos

2.341

Direção/Criação

Guy Hamilton

Orçamento

US$ 7.200.000

Receita

US$ 116.019.547

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Quando o governo britânico suspeita da existência de uma rede mundial de contrabando de diamantes, 007 (Sean Connery) é chamado para investigar. Ele logo descobre a extensão do problema e viaja para a América, onde o milionário proprietário de um cassino é suspeito de estar por trás de tudo. Só que ele é ninguém menos que Ernst Stavro Blofeld (Charles Gray), o arquiinimigo de James Bond, que sabe exatamente o que tem de fazer, principalmente quando as mais poderosas potências nucleares do planeta estão envolvidas.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**A despedida de Sean Connery** Dirigido por Guy Hamilton, produzido por Harry Saltzman e Albert Broccoli e com roteiro de Richard Maibaum e Tom Mankiewicz, este é o sétimo filme da franquia e retoma a participação de Sean Connery, que vai interpretar 007 pela última vez. Neste filme, James Bond quer vingança contra Blofeld pela morte de Tracy Bond. Ao mesmo tempo, investiga o desaparecimento de diamantes na África do Sul. Durante as suas investigações em Amesterdão, Bond encontra ligações suspeitas aos Estados Unidos, para onde os diamantes são enviados. Ali irá encontrar por fim o seu arqui-rival, que planeia destruir cidades inteiras com uma super-arma. Embora Sean Connery tenha voltado ao papel, é óbvia a sua intenção de não o fazer novamente e os produtores do filme sabem que, por outro lado, a franquia precisa de se adaptar a um novo público com a chegada aos anos Setenta. Assim, estamos perante um filme de transição, em que a franquia abandona a sua "época dourada", com êxitos retumbantes como "Goldfinger" e "Operação Relâmpago" para num período de grandes dificuldades, em que irá lutar para se ir mantendo viva e a qualidade dos filmes realizados irá ser menor por vezes. Este filme, e não sei se o leitor concordará, meio que "americaniza" James Bond: passado quase inteiramente em solo americano, até Connery parece perder parte do seu inconfundível sotaque. Não sei, pode ser apenas uma sensação com a qual fiquei. O filme foi um êxito, com salas cheias, e rendeu milhões. Contudo, eu acho que é um filme com poucas e pobres cenas de acção. Por outro lado, introduz-se alguma nota humorísticas no filme que por vezes fica bem mas outras nem tanto. Outro problema é a interpretação de Connery. Nunca pensei dizer isto mas, se observarmos bem, até parece que o actor está ali a contra-gosto, sem convicção nem vontade. Comparar a sua performance neste filme com o que pudemos ver em "Goldfinger", por exemplo, é como comparar vinho tinto e vinho branco. Neste filme, além do elenco central proveniente dos filmes anteriores e do efémero retorno de Connery, temos a participação da mais recente bondgirl, Jill St. John. De resto, é sabido que esta actriz manteve, de facto, um namorico de bastidores com Sean Connery. Charles Gray interpretou Blofeld e os actores Putter Smith e Bruce Glover deram vida à dupla criminosa (e aparentemente muito homossexual) Sr. Kid e Sr. Wint.

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