007: O Espião Que Me Amava
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007: O Espião Que Me Amava

007: O Espião Que Me Amava

Ele é o maior. Ele é o melhor. Ele é BOND.

Tipo

Filme

Ano

1977

Duração

125 min

Status

Released

Lançamento

1977-07-07

Nota

6.8

Votos

2.202

Direção/Criação

Lewis Gilbert

Orçamento

US$ 13.500.000

Receita

US$ 185.438.673

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

A Inglaterra descobre que alguém sabe como rastrear um submarino submerso e está oferecendo esta tecnologia para quem pagar mais alto. Uma crise internacional tem início quando um submarino com dezesseis mísseis nucleares desaparece, enquanto fazia uma patrulha. O agente secreto 007 (Roger Moore) é incumbido de investigar o caso e recuperar as ogivas antes que sejam disparadas e, para isto, recebe a ajuda de uma bela e sensual agente soviética (Barbara Bach).

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Guerra Fria em tempo de détente** Neste filme, o décimo filme da franquia, Bond junta-se à agente soviética Triplo X, Amasova, após desaparecerem alguns submarinos americanos e soviéticos, situação que estava a gerar desconforto nas relações, já tensas, entre as duas potências. No Egipto, depois de diversos contratempos e desconfianças mútuas, encontram provas que lhes permitem ir investigar Stromberg, um industrial misterioso que vive numa espécie de estação subaquática no meio do Mar Mediterrâneo. Dirigido por Lewis Gilbert e produzido por Albert Broccoli (Harry Saltzman deixou a franquia após falir), é considerado um dos melhores filmes feitos no tempo em que Roger Moore foi o 007. Contudo, eu acho que tem uma história tão parecida com as de "Só se Vive Duas Vezes" e "Operação Relâmpago" que às vezes confundo os filmes. Neste filme volta a observar-se a rivalidade entre os Estados Unidos e a URSS, algo que nem sempre é visível nos filmes da franquia mas ainda muito presente quando o filme foi lançado. Contudo, desta vez, estamos numa era diferente, de relaxamento da Guerra Fria, a que veio a chamar-se "détente". É divertido ver o relacionamento entre Bond e Amasova, oscilando entre a amizade com uma certa atracção física e a enorme desconfiança e vontade de estar um passo à frente do outro. Uma das cenas mais icónicas do filme é a sequência em Luxor, onde os dois procuram roubar um microfilme para então lutassem entre si por ele. Máquinas e invenções também fazem parte do filme, como o incrível carro anfíbio e um petroleiro capaz de conter uma base naval. Nota positiva também para os créditos de abertura, com a música "Nobody Does It Better" por Carly Simon. Neste filme, além do elenco central, temos a bondgirl Barbara Bach no papel de Amasova, Curd Jürgens foi o vilão, Stromberg, e Richard Kiel deu vida ao assassino implacável "Jaws", famoso pelos seus dentes metálicos e incrível resistência.

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