007: Marcado para a Morte
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007: Marcado para a Morte

007: Marcado para a Morte

Vivendo no limite. É o único jeito que ele vive.

Tipo

Filme

Ano

1987

Duração

130 min

Status

Released

Lançamento

1987-06-29

Nota

6.5

Votos

1.994

Direção/Criação

John Glen

Orçamento

US$ 40.000.000

Receita

US$ 191.185.897

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Georgi Koskov, um general dissidente da União Soviética, escapa da Cortina de Ferro com a ajuda de James Bond, mas logo é recapturado através de uma sensacional missão de resgate, que transforma o Serviço Secreto Inglês em uma grande chacota. A partir de então, 007 assume o caso e vê fatos surpreendentes ao conhecer Kara Milovy, uma violoncelista tcheca com quem se envolve. Bond acaba descobrindo uma grande trama ligada a Brad Whitaker, um grande comerciante de armamento bélico.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Um homem, uma mulher e um violoncelo.** Dirigido por John Glen e produzido por Albert Broccoli, é o décimo quinto filme da franquia. Pela primeira vez, Timothy Dalton deu corpo e vida a James Bond, que vai ajudar na deserção de um general russo que, em Londres, fala de uma política agressiva contra espiões por parte da URSS. No entanto, depois de conhecer a namorada do general, Bond descobre que a deserção não era mais que teatro e há alguém interessado em desencadear uma nova guerra mundial. Neste filme, além do elenco central e da chegada de Timothy Dalton, pela primeira vez, ao papel de James Bond, temos Maryam d'Abo no papel da bondgirl Kara Milovy, Jeroen Krabbé como General Koskov, John Rhys-Davies como General Pushkin e Art Malik como Kamran Shah. Dalton é um bom actor mas era tão diferente do educado e cortês Moore que não foi fácil para nós vê-lo como 007. Difícil, violento e sedutor no momento certo, o actor conseguiu dar um novo ímpeto ao espião e levar Bond para os anos Oitenta. E embora Maryam d'Abo não se adapte ao padrão normal das Bondgirls (super atraente, curvilíneo e fatalmente sexy), é impossível não achar que os modos delicados, gentis e amorosos dela se misturam muito bem com o vigoroso e viril Bond de Dalton. O roteiro é muito interessante e aborda questões ainda presentes na nossa sociedade como o medo de uma nova guerra mundial ou o tráfico de armas por exemplo. Algumas cenas do filme são icónicas, como a fuga de Bond e Kara para a fronteira da Áustria dentro de uma caixa de violoncelo. Também é óptimo o tema de abertura, que considero um dos melhores da franquia.

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