007 - Permissão para Matar
Voltar
007 - Permissão para Matar

007 - Permissão para Matar

Seu lado ruim é um lugar perigoso.

Tipo

Filme

Ano

1989

Duração

133 min

Status

Released

Lançamento

1989-06-13

Nota

6.4

Votos

2.129

Direção/Criação

John Glen

Orçamento

US$ 32.000.000

Receita

US$ 156.167.015

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

James Bond desobedece ordens e parte em uma missão para vingar a morte da mulher de seu melhor amigo, assassinada por um chefão das drogas. Ele chega à base sul-americana do narcotraficante e, disfarçado de pistoleiro, é contratado pelo criminoso.

Anterior6.4Próximo

Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**A saída de Dalton** Dirigido por John Glen e produzido por Albert Broccoli, é o décimo sexto filme da franquia. Neste filme, James Bond persegue os assassinos de Felix Leiter, contra as ordens directas de Londres. A busca de vingança leva-lo-á às Caraíbas, onde enfrentará um grande barão da droga. Além do elenco central, Carey Lowell interpreta a bondgirl Pam Bouvier, Talisa Soto dá vida a Lupe, David Hedison interpreta Felix Leiter, Anthony Zerbe dá vida a Milton Krest e Robert Davi é o vilão, Franz Sanchez. Esta é provavelmente a melhor contribuição de Timothy Dalton para a franquia. O actor encarnou verdadeiramente o espírito vingativo e leal de Bond, dando realismo a cada cena de acção. Este é um Bond que tem pouco a ver com o cavalheiro Roger Moore e que se assemelha um pouco ao matador machista de Sean Connery. Definitivamente, é um assassino implacável treinado para matar e quem mata sem problemas. A coisa mais interessante neste roteiro é colocar Bond, pela primeira vez, num dilema de lealdade: deve ser leal ao seu amigo e vingá-lo ou permanecer leal à sua bandeira e seguir ordens? A situação mais parecida que vimos até agora foi a renúncia que Bond apresentou a M em "Ao Serviço de Sua Majestade" mas, se considerarmos que foi salvo por Miss Moneypenny, acaba por não ser um conflito real. Podemos assim dizer que Dalton fechou da melhor forma a sua participação na franquia, já que este foi o último filme dele como Bond. Também gostei da abordagem do filme à luta antidrogas, um tópico que não era visto nos filmes de Bond desde "Vive e Deixa Morrer" e que foi abordado com realismo e pertinência. Abordou também, mas de forma mais discreta, o uso de cultos e novas religiões para fins duvidosos ou a corrupção maciça dos governos na América Latina. Uma sequência particularmente bem feita é a luta final. O tema de abertura, cantado por Gladys Night, é notável.

Fotos do título

Clique para abrir e expandir cada foto.