Van Helsing: O Caçador de Monstros
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Van Helsing: O Caçador de Monstros

Van Helsing: O Caçador de Monstros

O único nome que todos temem.

Tipo

Filme

Ano

2004

Duração

132 min

Status

Released

Lançamento

2004-05-03

Nota

6.4

Votos

6.540

Direção/Criação

Stephen Sommers

Orçamento

US$ 160.000.000

Receita

US$ 300.257.475

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

O famoso caçador de monstros Van Helsing é enviado à Transilvânia para ajudar os últimos da linhagem Valerious a derrotar o Conde Drácula. Anna Valerious revela que Drácula formou uma aliança profana com o monstro do Dr. Frankenstein e está determinado a lançar uma maldição secular sobre sua família.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Um filme que entretém, mas tem várias falhas.** Este filme retrata os esforços de Van Helsing, caçador de vampiros, para matar Drácula, que tenta dar vida aos seus filhos através da pesquisa do falecido Doutor Frankenstein. Dirigido e escrito por Stephen Sommers, este filme de aventura tem a participação de Hugh Jackman, Kate Beckinsale, Richard Roxburgh e Shuler Hensley nos papéis principais. Certos filmes de aventura inspirados no terror misturam elementos e personagens que não têm nada a ver uns com os outros. Este é um desses filmes, misturando Drácula, o monstro de Frankenstein e até o Dr. Jekyll e o seu alter-ego, Mr. Hyde! Isso não é novo, já foi feito em outros filmes e funciona bem quando é feito com cuidado, mas não foi o caso aqui. O roteiro é confuso e faz uma tentativa de transformar Van Helsing, originalmente um professor holandês com gosto pelo oculto, numa espécie de renegado com poderes sobrenaturais a quem a Igreja dá os casos mais difíceis e os monstros mais malvados. Eu, pessoalmente, acho que a desconstrução da personagem foi um erro. O director/escritor podia ter tido outras opções mais interessantes, como manter Van Helsing mais fiel ao romance de Stoker e tentar enquadrá-lo numa história passada no nosso tempo, por exemplo. A verdade é que este filme é um erro resultante de um mau roteiro e da imaginação voadora do seu director. Os cenários, os figurinos, a maquilhagem, os efeitos sonoros, visuais e especiais são imaginativos, como se tivessem saído de uma banda-desenhada ou de um romance gráfico. A banda sonora, apesar do bom desempenho, também não se destacou. Quanto aos actores, cumpriram bem com o que era pedido, sem grandes surpresas nem destaques, excepto talvez por Shuler Hensley, que fez uma personagem longe do monstro habitual e em constante conflito psicológico, devido à sua aparência horrível e humanidade inata. O sotaque de alguns personagens não estava bem feito e se a ideia era aproximá-los do universo romeno (onde geralmente está o castelo de Drácula) falhou e tornou-se um elemento mais humorístico do que supostamente dramático. Apesar de todos estes problemas e dificuldades, o filme cumpre o que promete: entretém o público com uma história de fantasia e aventura, acabando por ser digerível quando não estamos demasiado preocupados com ela. Este filme é bem vendo e divertido, mas não traz grandes surpresas ou impressiona positivamente o público. Longe de ser um bom filme, é comum e a vemos sem grande prazer ou expectativa.

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