007: O Amanhã Nunca Morre
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007: O Amanhã Nunca Morre

007: O Amanhã Nunca Morre

O homem. O número. A licença... estão de volta.

Tipo

Filme

Ano

1997

Duração

119 min

Status

Released

Lançamento

1997-12-11

Nota

6.4

Votos

3.392

Direção/Criação

Roger Spottiswoode

Orçamento

US$ 110.000.000

Receita

US$ 333.011.068

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

James Bond descobre que o magnata da mídia Elliot Carver colocou em prática um plano para manipular as superpotências e expandir seus negócios. O agente deve impedir que essa ideia doentia provoque uma nova guerra mundial.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**O novo poder: a comunicação social.** Dirigido por Roger Spottiswoode e produzido por Bárbara Broccoli e Michael G. Wilson, é o décimo oitavo filme da franquia. Neste filme, James Bond investiga um estranho acto de guerra entre a Grã-Bretanha e a China, aliado a uma agente secreta chinesa. Rapidamente, os dois espiões concentram sua atenção num barão da mídia egocêntrico, que não olha a meios para se manter no topo das audiências. Para além do elenco central, Michelle Yeoh deu vida à bondgirl Wai Lin, Teri Hatcher foi Paris Carver e Jonathan Pryce deu corpo ao vilão, Elliot Carver. Este é o segundo filme onde Pierce Brosnan encarna Bond e, tal como na primeira aparição, ele saiu-se bem mas não surpreendeu muito. O actor é bom e esforça-se, mas não conseguiu dar ao seu Bond algo mais e convencer-nos, nem sequer nas cenas de acção. Isto para não mencionar que, cada vez mais, os productos publicitários invadem o filme e tornam-se estridentes como uma praga. O enredo, no entanto, ajuda a esquecer tais problemas. Na verdade, a forma como a mídia influencia o pensamento mundial é uma preocupação real para muita gente, particularmente os "anti-mainstream". Outro ponto positivo é a excelente interpretação de Jonathan Pryce. Ele conseguiu tornar-se realmente cruel e implacável. Os curiosos gadgets de Q também estão de volta, para merecer nota positiva graças a um BMW que não só anda sozinho mas também tem voz. O tema de abertura, cantado por Sheryl Crow é, na minha opinião, digno de ser apreciado.

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