A Dama de Ferro
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A Dama de Ferro

A Dama de Ferro

Tipo

Filme

Ano

2011

Duração

105 min

Status

Released

Lançamento

2011-12-26

Nota

6.4

Votos

1.869

Direção/Criação

Phyllida Lloyd

Orçamento

US$ 13.000.000

Receita

US$ 115.890.792

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Cinebiografia de Margaret Thatcher, ex-Primeira Ministra britânica, que retrata desde a sua infância até o período mais impopular do seu governo, em 1982, quando ela tentava salvar sua carreira nos 17 dias que antecederam a Guerra das Malvinas.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Confuso para quem não conhecer bem o trabalho de Thatcher.** Fiquei surpreso quando vi este filme e vi Meryl Streep como Margaret Thatcher, principalmente porque não sabia que a ex-primeira-ministra britânica sofria de demência na fase final da vida dela. Porém, muito neste filme me deixou confuso porque não conhecia bem o papel desta senhora enquanto governante. Senti-me a boiar. Por isso, depois do filme, fui ler algumas coisas sobre ela e só então entendi plenamente o filme, e senti-me preparado para o ver segunda vez. Só então pude apreciar o bom trabalho desta actriz que, mais uma vez, nos mostra toda a sua versatilidade. Sobre a vida de Thatcher há pouco a dizer. É uma figura pública contemporânea, que quase todos nós conhecemos ou ouvimos falar. As pessoas mais antigas do que eu, que era uma criança quando ela foi governante, têm quase sempre uma opinião sobre ela, seja positiva ou não. Dar vida a uma personalidade tão conhecida e pouco consensual é, sem dúvida, um desafio para um actor, mas Streep esteve totalmente à altura. As cenas onde ela nos mostra uma Thatcher idosa e dependente de terceiros são algo perturbadoras, porque vemos o quanto ela se sente confusa e alheia da realidade. Totalmente diferente da Thatcher dominadora e confiante que pudemos ver quando da sua ascensão e carreira política. A nível técnico, o filme é irrepreensível. Uma cinematografia impecável, com bom equilíbrio de cores e jogos de luz e sombra, uma banda sonora muito discreta mas eficaz, bons cenários e, especialmente, excelentes figurinos. A coisa que mais me incomodou no filme foi o uso muito frequente de flashbacks. Isso dividiu o filme entre o passado e o presente, entre uma e outra Thatcher, o que torna tudo confuso, ainda para mais porque o filme não se dá ao trabalho de nos explicar nada sobre o que se passa ou o que ela fez ou decidiu. O filme parte do princípio que o público conhece bem o percurso político e a governação desta senhora que foi, incontornavelmente, a mais marcante do século XX para os britânicos (logo atrás, claro, da rainha Isabel II).

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