Esqueceram de Mim 2: Perdido em Nova York
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Esqueceram de Mim 2: Perdido em Nova York

Esqueceram de Mim 2: Perdido em Nova York

Ele já passou da hora de dormir na cidade que nunca dorme.

Tipo

Filme

Ano

1992

Duração

120 min

Status

Released

Lançamento

1992-11-15

Nota

6.8

Votos

10.521

Direção/Criação

Chris Columbus

Orçamento

US$ 18.000.000

Receita

US$ 358.994.850

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Garoto se vê novamente sozinho, quando em virtude de uma confusão no aeroporto que fez com que ele ao invés de embarcar com a família para a Flórida partisse sozinho para Nova York. Mas como tinha o cartão de crédito do pai, ele se hospeda no melhor hotel da cidade, mas também encontra os dois ladrões que tinha enfrentado no passado e que agora planejam se vingar dele.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Ombreia muito bem com o primeiro filme.** Este é um bom exemplo de uma sequela que conseguiu ombrear muito bem com o filme que lhe deu origem: apesar de ter falhas e de não ser mais capaz de nos surpreender, este filme cumpre o que promete e consegue satisfazer bem as nossas expectativas, ainda que esteja, virtualmente, a dar-nos mais do mesmo que já vimos. Sim, porque as diferenças entre este filme e o primeiro são quase meramente semânticas: agora a história ambienta-se em Nova Iorque numa casa em reformas que pertence a um parente de Kevin. Os vilões são os mesmos: eles conseguiram fugir da prisão e estão determinados a vingar-se. O segredo do sucesso deste filme é a sensação de coesão que constrói com o primeiro: os dois filmes casam perfeitamente, são um trabalho só, como um filme dividido em partes. Isso foi conseguido graças à feliz manutenção dos elementos-chave da produção e elenco: Chris Columbus mantém-se na direcção e continua o trabalho já começado, assim como Culkin, Pesci e Stern, que voltam aos papéis que já conhecem para mais uma rodada de gargalhadas. O público não podia pedir mais. A magia da época natalícia em Nova Iorque, com neve e um cenário urbano adequadamente mágico – e limpo de todas as imundícies que sabemos existirem na Grande e Suja Maçã – oferece-nos a cor e a luz da época mais bonita do ano, o calor humano que amolece até os corações mais empedernidos da nossa sociedade embrutecida. A cidade está maravilhosa neste filme, que é um verdadeiro postal de férias natalícias que certamente ajudou a popularizar Nova Iorque como destino para umas férias de final de ano. De resto, não há verdadeiramente muito a ser dito que já não tenha sido dito no texto que fiz para o primeiro filme: as qualidades estão cá todas, e alguns problemas de lógica que apontei no primeiro filme foram habilmente limados e escondidos aqui. O argumento e os diálogos continuam a funcionar muito inteligentemente, o humor “slapstick” está todo aqui (embora muitas das piadas sejam copiadas a papel-químico, o que é preguiçoso para dizer o mínimo) e o herói continua tão agradável como no início. Não é raro que, nas TVs mais generalistas, este filme seja exibido logo a seguir ao primeiro, numa “maratona” de cinema dedicada aos dois filmes, e isso faz todo o sentido na minha opinião.

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