
Tipo
Filme
Ano
1995
Duração
127 min
Status
Released
Lançamento
1995-09-22
Nota
8.4
Votos
22.844
Direção/Criação
David Fincher
Orçamento
US$ 33.000.000
Receita
US$ 327.311.859
Temporadas
-
Episódios
-
Sinopse
Quando, a ponto de se aposentar, o detetive William Somerset aborda o último caso com a ajuda do recém-transferido David Mills, eles descobrem uma série de assassinatos. Logo percebem que estão lidando com um assassino que tem como alvo pessoas que ele acredita representar os sete pecados capitais.
Elenco principal
Reviews
Total: 2
djonyf
Muito intenso e com um dos finais mais viscerais de todos os tempos, é um jogo de poker com muitos blefes, pois não se sabe quem está no controle. Quando frente a frente o assassino e o detetive, sabemos quem tinha a melhor mão. Ótimo trabalho de Brad Pitt, Morgan Freeman, Kevin Spacey e do diretor David Fincher.
Filipe Manuel Neto
**Um grande thriller.** Neste filme, dois detectives devem trabalhar juntos para apanhar um psicopata obcecado com os Sete Pecados Mortais. Dirigido por David Fincher, tem um roteiro de Andrew Kevin Walker, e conta com Morgan Freeman e Brad Pitt como protagonistas. O assassino é um louco que parece obcecado com um tópico naturalmente estranho: os Sete Pecados Mortais, que são conhecidos de todos aqueles que foram à catequese ou, no mínimo, têm cultura geral. Nunca se fala abertamente de religião mas o fanatismo religioso está muito implícito na história e no cenário, pelo que não é difícil deduzir que o assassino é, provavelmente, um fanático cristão. Isso pode desagradar ao público que se identifica com essa crença religiosa, muito embora eu seja cristão e me sinta totalmente à vontade com este filme. Goste-se ou não, é uma excelente ideia e deu origem a um grande enredo, capaz de manter o público atento até ao fim, apesar de várias cenas tão visualmente grotescas que podem fazer algumas pessoas mais sensíveis dispensar, prudentemente, as pipocas. Apesar das cenas mais fortes, o filme vai agradar aos fãs dos thrillers ou de filmes policiais. O ambiente é essencial neste filme e foi habilmente construído. A maneira como as personagens principais se foram desenvolvidos é muito razoável. São dois detectives muito diferentes, pessoalmente e profissionalmente. São quase a antítese um do outro até que precisam fazer uma verdadeira parceria. Brad Pitt dá vida a um jovem activo e impulsivo, que choca naturalmente com a personalidade mais meditabunda e prudente da personagem interpretado por Morgan Freeman, que só quer fazer o seu trabalho bem feito e ir para casa no fim do dia mas que, por fim, vê que este assassino não vai parar e é diferente de tudo o que eles tinham visto antes. O trabalho dos actores é bom, especialmente Freeman, que incorpora a personagem com facilidade. Pitt também brilhou, mas a personagem dele é mais desagradável durante metade do filme, pelo menos. O filme é excepcionalmente pesado. A imagem é escura, a maioria das cenas ocorre com pouca luz ou à noite (a excepção mais notável é a esquadra, com muitas cores claras). As cenas de crime geralmente estão às escuras ou possuem elementos negros (numa delas é o mobiliário, por exemplo). Há elementos religiosos evidentes ao longo do filme também. A banda sonora é interessante, e ajuda muito a adensar a tensão por via da repetição constante de acordes altos e longos. Em suma, é um filme profundo, psicologicamente desafiador, chocante e que promete não deixar ninguém indiferente.
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