
Uma Cilada para Roger Rabbit
É a história de um homem, uma mulher e um coelho em um triângulo de problemas.
Tipo
Filme
Ano
1988
Duração
103 min
Status
Released
Lançamento
1988-06-22
Nota
7.5
Votos
6.109
Direção/Criação
Robert Zemeckis
Orçamento
US$ 70.000.000
Receita
US$ 329.800.000
Temporadas
-
Episódios
-
Sinopse
O detetive de carne e osso Eddie Valiant é contratado para descobrir o que está acontecendo com o coelho Roger Rabbit e sua mulher Jessica, suspeita de infidelidade. Quando Marvin Acme é encontrado morto, Roger é o principal suspeito do crime no mundo real. Para piorar a situação, um vilão quer acabar de uma vez por todas com Roger, Jessica e todos os desenhos animados.
Elenco principal
Reviews
Total: 1
Filipe Manuel Neto
**Uma grande comédia familiar.** Neste filme, o icónico Roger Rabbit é acusado de assassinato e terá que recorrer a um detective humano que odeia desenhos animados para provar a sua inocência. Dirigido por Robert Zemeckis, apresenta as performances de Bob Hoskins e Christopher Lloyd, bem como as vozes de Charles Fleischer e Lou Hirsch. Este filme fez algo que, até então, era extremamente raro: colocar actores humanos em interacção com personagens animadas. E isso foi feito com qualidade e um realismo bem-vindo. Escuso ter de dizer, acredito, que os desenhos são o prato forte do filme, bem como as inúmeras situações cómicas que protagonizam. Bob Hoskins brilhou no seu papel, equilibrando habilmente uma personagem cómica que mantém, durante a maior parte do filme, uma atitude séria e mal-humorada. Claro, as suas frases mais irritadas eventualmente transformam-no em algo ainda mais engraçado. Christopher Lloyd aparece tarde mas com excelente desempenho como vilão. Frio como gelo, deu vida a uma personagem memorável com traços de personalidade dignos de um executor nazi. Entre os desenhos animados, Roger Rabbit e a sua esposa escultural, Jéssica, merecem todo o destaque. Este é um filme familiar que atrairá facilmente todas as idades. As cores brilhantes dos desenhos animados são atraentes, contrastando com o ambiente mais grave do "mundo real" e dos actores de carne e osso. Os efeitos especiais, visuais e sonoros são excelentes. Os trajes são bons e ajudam o público a localizar a história em torno dos anos Quarenta. A banda sonora é boa e a música cantada por Jéssica, um clássico de jazz "Why don't you do wright", é memorável.
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