Thomas Crown - A Arte do Crime
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Thomas Crown - A Arte do Crime

Thomas Crown - A Arte do Crime

Tipo

Filme

Ano

1999

Duração

113 min

Status

Released

Lançamento

1999-08-06

Nota

6.7

Votos

1.329

Direção/Criação

John McTiernan

Orçamento

US$ 48.000.000

Receita

US$ 124.305.181

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Quando um Monet avaliado em 100 milhões de dólares é roubado do Metropolitan em Nova York, Thomas Crown (Pierce Brosnan), um bilionário que está acostumado a ter tudo que deseja, não é nem ao longe considerado suspeito, mas Catherine Banning (Rene Russo), uma investigadora contratada para reaver a pintura (por 5% do seu valor), tem certeza que Thomas é o responsável. Paralelamente Catherine e Thomas se sentem atraídos e ela principalmente é afetada pelo ciúme, mas mesmo assim diz para Thomas que sabe que ele cometeu o roubo e espera um erro dele para pegá-lo. Os dois então começam a jogar, mas também se apaixonam e isto não estava nos planos de ninguém.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Funciona muito bem e tem valor de entretenimento.** Este é mais um bom filme de roubo, com uma história imaginativa, mas bem escrita e que nos oferece uma boa dose de entretenimento simples, descomprometido e funcional, que não maravilhará ninguém, mas também dificilmente representará uma desilusão. Dirigido por John McTiernan, o filme é um remake de outro, mais antigo e esquecido, e apresenta-nos uma história interessante sobre um bilionário da alta finança que tem por passatempo o roubo de obras de arte, em golpadas magistrais que ludibriam a polícia. Desta vez, no entanto, ele terá que enganar igualmente uma habilidosa investigadora de seguros que está convencida de que ele é culpado como o pecado. Em geral, filmes de roubo como “Ocean’s 11” ou “The Maiden Heist” são tão bons quanto eficazes e criativos. Não é suposto que sejam filmes incríveis e marcantes, é suposto que simplesmente nos divirtam e entretenham agradavelmente durante noventa minutos. Este filme oferece-nos exactamente isso: uma história bizarra, mas apelativa, com um assalto bem imaginado e criativo e um romance que faz o mínimo para parecer credível. Além disso, o filme tem uma boa cinematografia, uma sensação de leveza agradável na tónica narrativa, bons cenários e figurinos, efeitos bem imaginados e um clímax realmente bem feito, que brinca com uma das obras de arte mais famosas de sempre, do pintor Magritte. Ah, e não podemos ignorar também a excelente banda sonora, com toques de sofisticação e classe emanadas das canções de músicos como a icónica Nina Simone. O filme tem um núcleo de actores muito reduzido e não investe no desenvolvimento das personagens. Ainda assim, as personagens centrais da trama desenvolvem-se de maneira positiva e suficientemente lógica para ser bem-aceite. Denis Leary é o actor com menor sorte no material recebido, na medida em que tem verdadeiramente pouco para fazer e se limita a parecer chato e implicante. Rene Russo é uma senhora que ainda nos consegue fazer lembrar dos dias em que era uma mulher ‘sexy’, mas isso não justifica a excessiva e algo gratuita nudez a que a actriz foi sujeita! Isso é verdadeiramente algo que merecia ter sido cortado na sala de edição, pois não combina com a tónica discursiva do filme. Fora isso, a actriz faz um trabalho bem feito e, ainda que não construa qualquer química com Brosnan, é credível o bastante para acreditarmos na personagem. Brosnan acaba por ser, de facto, o actor que carrega o filme às costas graças a um charme e carisma que não parecem ter fim, e que o filme aproveita ao máximo para tornar a personagem em alguém que nós, público, achamos interessante e simpático. Ah… e vale a pena ignorar Faye Dunaway. Ela está simplesmente aqui por mérito de ter estado no filme original. Só isso.

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