Amigas para Sempre aka Agora e Sempre
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Amigas para Sempre aka Agora e Sempre

Amigas para Sempre aka Agora e Sempre

Tipo

Filme

Ano

1995

Duração

102 min

Status

Released

Lançamento

1995-10-20

Nota

6.9

Votos

472

Direção/Criação

Lesli Linka Glatter

Orçamento

US$ 12.000.000

Receita

US$ 27.400.000

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Quatro amigas de infância se reencontram depois de muito tempo, e relembram um verão 20 anos antes, quando tudo o que elas queriam era arrumar dinheiro para construir uma casa na árvore, mas só conseguiram arrumar confusão.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Um filme com certo charme e falta de originalidade, mas que funciona muito bem como filme familiar, e que merece ser repescado do esquecimento.** Esta produção dos anos 90, actualmente um bocado esquecida, é mais um filme sem espinhas que podemos ver com as nossas avós e os nossos filhos ao lado, e que merece ser repescada e acarinhada. Eu consigo compreender por que motivo caiu no baú fundo dos filmes esquecidos: não é uma produção marcante, não é um daqueles filmes que nos marca para toda a vida. Todavia, faz o seu trabalho impecavelmente. A história é bastante simpática, ainda que nada tenha de original: quatro amigas voltam a encontrar-se muitos anos depois de se terem separado para seguirem as suas vidas, e a ligação de amizade que as une desde a infância é reforçada pelo reencontro, carregado de nostalgia e boas memórias. Há imensos filmes sobre situações assim, e com temas de teor semelhante, isto não é novo, mas está bem feito. O filme tem quatro boas actrizes adultas (Demi Moore, Rita Wilson, Rosie O’Donnell e Melanie Griffith) e quatro promessas (Christina Ricci, Thora Birch, Gaby Hoffmann e Ashleigh Aston Moore), posto que as quatro personagens principais são interpretadas na actualidade e na puberdade, vinte anos antes. Isto é muito interessante, mas a verdade é que não há sequer semelhanças entre as actrizes jovens e as contrapartes adultas: o caso mais flagrante é a personagem Roberta, onde realmente não vejo qualquer semelhança fisionómica entre Ricci e O’Donnell. Claro, as pessoas mudam… mas não radicalmente. Se esquecermos este detalhe incómodo, o trabalho das oito protagonistas é bastante bom e cada uma tem tempo e oportunidades para mostrar o que vale. A nível técnico, o filme não tem rigorosamente nada de especial. A recriação da década de 1970 falha por ser pouco evidente, isto é, não há elementos, nos cenários ou adereços em cena, que nos ajudem a perceber a época em que a acção decorre. O cenário tem um certo charme e bom gosto (gostei, especialmente, dos candeeiros a gás), e a casa feita na árvore é muito bonita, assim como os locais de filmagem e a cinematografia. Mas é só.

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