Ace Ventura 2: Um Maluco na África
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Ace Ventura 2: Um Maluco na África

Ace Ventura 2: Um Maluco na África

Novos animais. Novas aventuras. O mesmo cabelo.

Tipo

Filme

Ano

1995

Duração

94 min

Status

Released

Lançamento

1995-11-10

Nota

6.3

Votos

4.497

Direção/Criação

Steve Oedekerk

Orçamento

US$ 30.000.000

Receita

US$ 212.385.533

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Depois de não conseguir salvar um guaxinim, Ace Ventura (Jim Carrey) impôs a si mesmo um exílio entre monges no Himalaia. Ele acaba deixando seu retiro espiritual para tentar encontrar o grande morcego branco sagrado, que foi prometido como dote a uma princesa de uma tribo africana. Caso o animal não seja recuperado em tempo hábil, uma guerra pode estourar entre tribos rivais.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Desinteressante, o filme só não é pior graças a Jim Carrey.** Pessoalmente, gostei do primeiro filme. Jim Carrey é uma força da natureza e consegue surpreender-nos quase sempre com as suas loucuras. Infelizmente, este filme é inferior, muito inferior, e em boa parte devido ao mau nível da comédia, que abusa do humor sexual e escatológico para fazer piadas, cada vez mais previsíveis e sem graça. Eu realmente penso que o problema do filme está no roteiro, um pedaço de lixo que não devia ter sido aproveitado para outra coisa que não uma boa fogueira. Outro problema é a saída de Tom Shadyac e a troca por Steve Oedekerk, um director que é incapaz de ter a mesma criatividade e espírito cómico. Estes dois problemas condenaram o filme. Jim Carrey acaba por ser quem menos culpa tem. Ele continua a ser um actor enorme e a carregar todo o filme às costas com um brio e capacidade difíceis de igualar, no que a comédias diz respeito. Acho que ele embarcou demasiado no humor fácil, deixou-se ir por um caminho menos simpático e menos familiar do que seria desejável, mas mesmo assim merece nota positiva. Simon Callow é o único actor secundário a merecer uma boa nota, ficando o resto pela mediania. Tecnicamente, o filme é pobre. Os cenários e figurinos são previsíveis e pouco bonitos, a recriação do ambiente africano tem aromas de falsidade (como se estivéssemos a ver uma peça de teatro escolar e não um filme de grande orçamento) e os efeitos são pobres. A quantidade de animais envolvida é notável, e os animais merecem toda a atenção na medida em que são, quase, actores por mérito próprio.

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