Premonição 3
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Premonição 3

Premonição 3

Não adianta gritar. A morte está de volta em velocidade máxima!

Tipo

Filme

Ano

2006

Duração

93 min

Status

Released

Lançamento

2006-02-09

Nota

6.2

Votos

4.506

Direção/Criação

James Wong

Orçamento

US$ 25.000.000

Receita

US$ 118.890.272

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Seis anos depois que um grupo de estudantes enganam pela primeira vez a morte, uma adolescente tem o pressentimento de que ela e seus amigos vão ter um acidente em uma montanha-russa. Quando a visão prova ser verdadeira, a estudante e os sobreviventes precisarão lidar com as repercussões de enganar a morte.

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Reviews

Total: 1

Pedro Quintão

Sem dúvida que Final Destination 3 é o ponto alto da saga, até ao momento. Apesar de manter alguns dos problemas narrativos dos filmes anteriores, especialmente no que toca ao tratamento das personagens secundárias, que continuam a existir apenas como “carne para canhão” nas cenas de morte, este terceiro capítulo consegue, ainda assim, destacar-se por várias razões. Por exemplo, a protagonista, interpretada por Mary Elizabeth Winstead, e o seu amigo têm uma construção mais cuidada, oferecendo-nos personagens com quem podemos criar uma ligação e seguir com algum envolvimento emocional. Não que isso não existisse nos protagonistas e co-protagonistas dos filmes anteriores, mas aqui existe uma densidade emocional ligeiramente superior. O ritmo do filme é outro ponto a favor. Desde o primeiro minuto até ao desfecho, a nossa atenção acaba por ser agarrada. E a ideia de usar fotografias para tentar antecipar a próxima morte é um conceito que beneficia a fórmula da saga. As mortes são criativas, intensas e absurdas. A cena do solário já se tornou icónica e continua a ser um dos melhores momentos de toda a saga. O acidente inicial, passado numa montanha-russa, é absolutamente impactante. Se o da autoestrada em Final Destination 2 nos fez recear camiões com troncos, este é o grande culpado de eu nunca fazer nada quando vou a parques de diversões. Infelizmente, o final não acompanha a qualidade do resto. Sente-se forçado, quase como um regresso ao “mais do mesmo”, numa tentativa preguiçosa de fechar o ciclo. Ainda assim, Final Destination 3 não é uma obra-prima, mas é, indiscutivelmente, um dos maiores marcos do terror mainstream dos anos 2000.

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