Nikita: Criada para Matar
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Nikita: Criada para Matar

Nikita: Criada para Matar

Um novo tipo de arma letal.

Tipo

Filme

Ano

1990

Duração

118 min

Status

Released

Lançamento

1990-02-21

Nota

7.1

Votos

2.129

Direção/Criação

Luc Besson

Orçamento

US$ 6.000.000

Receita

US$ 5.018.604

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Nikita, uma jovem e violenta criminosa julgada e condenada pelo assassinato de um policial, é treinada para matar e transformada em mercenária com o objetivo de assassinar alvos perigosos para o governo por razões de estado. Em troca de suas missões secretas, ela recebe a oferta de alívio de sua sentença.

Anterior7.1Próximo

Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Um dos filmes mais marcantes da obra de Luc Besson.** Este é talvez um dos filmes mais icónicos da obra cinematográfica de Luc Besson, que é um daqueles directores que dificilmente é consensual ou agrada a todos, mas tem um talento inegável. A história gira em torno de uma jovem rebelde que se envolve num crime e na morte de um polícia. Presa, ela parece totalmente fora de controlo, é violenta e parece odiar todos aqueles que lhe dirigem a palavra. O que acontece a seguir é talvez a reviravolta mais mal explicada de todo o filme: alguém tem a ideia de fingir a morte dela na prisão e de a levar, contra a sua vontade, para um centro de treino de espiões que o governo francês mantém bem escondido. Entre a espada e a parede, ela não tem opção a não ser tornar-se numa assassina altamente treinada e preparada para tudo. O filme é bastante bom, se excluirmos a primeira meia-hora, que é bastante surreal e na qual os acontecimentos são muito subscritos. Luc Besson, que dirige e assina o roteiro, é muito bom, mas não sabia como havia de pôr aquela jovem numa situação em que ela tivesse mesmo de se tornar numa espiã profissional. Além disso, porquê ela? O que é que ela tinha de tão especial para ser seleccionada à força para algo tão sensível e onde o sangue-frio é tão essencial? Seja como for, partir do momento em que ele faz isso, o filme corre sobre rodas e desliza sem esforço até ao final. Anne Parillaud é boa o suficiente para o papel e dá-lhe aquilo que precisava, mas não é, de todo, uma mulher atraente ou sensual, como o filme tenta vender, mostrando-a quase sem roupas sempre que pode. Jean Reno faz um trabalho muito bom, embora curto, que parece um ensaio para aquilo que o actor irá fazer mais tarde, em “Léon”. Marc Duret e Patrick Fontana deram vida aos dois actores principais de uma forma bastante correcta e empenhada. A nível técnico, eu destacaria os efeitos, discretos, mas eficazes, e a escolha dos cenários e locais de filmagem. Pessoalmente, destestei a banda sonora, mas isso foi um problema em outros filmes de Besson, e não apenas neste. Parece que o director tem um gosto particular por bandas sonoras que parecem tiradas de filmes eróticos baratos.

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