Mogli: O Menino Lobo
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Mogli: O Menino Lobo

Mogli: O Menino Lobo

O Livro da selva esta pronto!

Tipo

Filme

Ano

1967

Duração

78 min

Status

Released

Lançamento

1967-10-18

Nota

7.3

Votos

6.622

Direção/Criação

Wolfgang Reitherman

Orçamento

US$ 4.000.000

Receita

US$ 378.000.000

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Mogli, um garoto criado por lobos e que vive na selva, é convencido pelo seu amigo Baguera, uma velha e esperta pantera, a buscar segurança no mundo dos homens. Mas Mogli, resistindo à ideia de seu amigo, resolve seguir a filosofia do urso Balu, que gosta de curtir a vida e ser feliz, fazendo o que gosta. Juntos, dão início a uma grande jornada em direção à civilização e encontram no meio do caminho um orangotango maluco, uma cobra com poder de hipnotizar e Shere Khan, um tigre ameaçador.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Intemporal.** Este filme é um dos mais notáveis ​​da minha infância e tenho a certeza que faz parte da infância de centenas de outras crianças. Conta a história de uma criança humana que é encontrada e criada por animais no meio da selva indiana, vivendo por lá até ser forçada a voltar à aldeia humana devido ao ódio que Shere Khan, um tigre de Bengala, alimenta contra os humanos devido à caça. Trata-se de uma adaptação de um famoso romance da era vitoriana. Visualmente, é um filme magnífico, usando a luxuriante floresta indiana para encher a tela de luz e cor. As animações foram muito bem feitas e as cores são óptimas, assim como a maioria dos efeitos sonoros. É uma das animações da idade de ouro da Disney que mais atenção dá à música, com várias canções criadas para ela. A maioria ficou nos ouvidos de gerações, como "I Want to Be Like You" ou "Bare Neccessities". Há alguns críticos que defendem a ideia de que o uso de ritmos negros de jazz num momento em que há muitos macacos no filme é um sintoma do racismo e preconceito que ainda eram dominantes na época. Não sei até que ponto foi essa a intenção, mas penso que é algo que podemos desvalorizar. Afinal, o filme foi feito há décadas e, especialmente nos últimos anos, a censura social aponta o dedo a tudo o que possa, mesmo que ligeiramente e sem intenção, ter conotações racistas, numa espécie de caça às bruxas sem sentido que é tão perigosa quanto o próprio racismo. Controvérsia aparte, é um filme intemporal, que vai de certeza continuar a fazer as delícias de crianças e adultos.

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