Tudo Por Uma Esmeralda
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Tudo Por Uma Esmeralda

Tudo Por Uma Esmeralda

Eles compartilham uma aventura que ninguém poderia imaginar... ou sobreviver.

Tipo

Filme

Ano

1984

Duração

106 min

Status

Released

Lançamento

1984-03-30

Nota

6.8

Votos

2.012

Direção/Criação

Robert Zemeckis

Orçamento

US$ 10.000.000

Receita

US$ 86.572.238

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Joan Wilder é uma romancista mimada que vai ajudar a irmã, que foi seqüestrada na Colômbia. Se ela não levar um mapa que mostra a localização de um tesouro, sua irmã será morta. Mas enquanto tenta cumprir a exigência, conhece Jack Colton, um aventureiro e mercenário que a ajuda e por quem se apaixona. Juntos, os dois se envolvem em diversas aventuras.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Um filme já antigo, algo datado, mas envolvente e que entretém o seu público de maneira eficaz e agradável.** Quando Robert Zemeckis pensou neste filme estava certamente com a mente em “Indiana Jones and the Raiders of the Lost Ark”. Os dois filmes são surpreendentemente parecidos, até no humor. A base da trama é idêntica: a heroína parte dos EUA para ajudar uma irmã em apuros por causa de uma antiga e valiosa esmeralda escondida na Colômbia. Claro, há outras pessoas menos simpáticas dispostas a tudo para apanhar a gema. Num momento em que tudo parece perdido, ela recebe a ajuda de um herói duvidoso, um malandro que pensa em ganhar dinheiro com o problema. Um argumento rebuscado, com coincidências que só aconteceriam em cinema e carregado de clichés, mas como o filme é uma comédia ligeira nós assumimos logo que não o devemos levar a sério. O filme parece datado, em particular devido à cinematografia utilizada… mas eu lidei bem com isso. Como filme de aventuras funciona muito bem, o que é surpreendente se considerarmos que é uma cópia gritante de um filme melhor. Zemeckis conseguiu dar-lhe credibilidade e autenticidade suficientes para justificar a sua existência e aproveitou o orçamento para nos dar qualidade: a cinematografia é regular, os efeitos especiais e sonoros são da “velha escola” e funcionam muito eficazmente, a banda sonora é apelativa. Os diálogos são bem escritos, o humor é inteligente e aguçado, as personagens são bastante bem desenvolvidas e dadas a actores capazes. Isto é misturado com boas cenas de acção, ao estilo “Indiana Jones”, em que temos lutas e perseguições para todos os gostos. Para o sucesso do filme contribuem decisivamente os esforços de Michael Douglas e de Kathleen Turner. A dupla actuou maravilhosamente bem, os dois actores estabeleceram uma boa química que dá realismo à paixão nascente e lhes permite trabalhar muito bem em conjunto. Ela surpreende-nos numa personagem estranhamente mais dócil e submissa do que as que havia feito anteriormente na sua carreira, e ele dá-nos um anti-herói durão com ares de vilão potencial. Danny DeVito, acrescentado ao filme como alívio cómico, é tão bom naquilo que faz que merecia ter mais intervenção na trama e uma presença mais activa.

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