
Tipo
Filme
Ano
2001
Duração
91 min
Status
Released
Lançamento
2001-10-26
Nota
6.3
Votos
2.333
Direção/Criação
Steve Beck
Orçamento
US$ 42.000.000
Receita
US$ 68.467.960
Temporadas
-
Episódios
-
Sinopse
Após sua esposa morrer em um incêndio, Arthur e seus dois filhos ficaram sem nada além de um ao outro. Isto é, até Arthur herdar uma casa de vidro e aço de seu tio misterioso. Porém eles logo descobrem que há algo horrível preso atrás das paredes cristalinas da casa. Para deixar a casa com vida, eles devem resolver um quebra-cabeça que contém a chave para sua salvação iminente ou a destruição.
Elenco principal
Reviews
Total: 1
Filipe Manuel Neto
**Entretém sem realmente nos assustar.** Este filme é o remake de um outro, com o mesmo nome e que foi realizado em 1960 por William Castle. O enredo é semelhante: Arthur Kriticos é um homem modesto e sem fortuna, amargurado pela morte da sua esposa, num incêndio. Nisto, recebe a notícia de uma grande herança deixada por um tio, Cyrus, que era muito rico, culto e interessado por estudos na área do paranormal. Faz parte da herança uma casa enorme, muito moderna, onde o tio guardou uma colecção de espíritos malignos que caçou e aprisionou, mas sobre a qual Arthur não é informado. O filme tem uma sequência de abertura realmente assustadora, que nos mostra como o tio caçou e capturou os espíritos mais cruéis que veremos naquela casa. Mas o filme acalma em seguida, assumindo um ritmo cadenciado e constrói a trama até ao final, de uma forma mais simples e mais psicológica do que se poderia esperar. O suspense não é tão eficaz como devia, algumas soluções de roteiro são questionáveis e pouco naturais, recorrendo a clichés óbvios. Há várias cenas de violência gráfica chocantes, mas isso não é assustador, é apenas nojento. Em contraste, o filme é visualmente agradável, com uma cinematografia muito boa, bons efeitos especiais e sonoros e extraordinários cenários. A casa é algo que eu nunca vi, combinando tradição e modernidade com um toque sinistro, e o sub-enredo em torno dela é mais um ponto positivo para o filme. Tony Shalhoub (quem ainda se lembra desse actor na série "Monk"?) fez um bom trabalho como actor principal e F. Murray Abraham também me agradou. Eu não gostei do modo excessivamente teatral de Matthew Lillard actuar. Ele foi exagerado ao ponto de ser cómico quando não devia. O resto do elenco esteve bem e fez o seu trabalho sem surpresa, desilusão ou destaque.
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