Contos do Além Túmulo: O Bordel de Sangue
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Contos do Além Túmulo: O Bordel de Sangue

Contos do Além Túmulo: O Bordel de Sangue

Perversamente engraçado

Tipo

Filme

Ano

1996

Duração

87 min

Status

Released

Lançamento

1996-08-16

Nota

5.9

Votos

407

Direção/Criação

Gilbert Adler

Orçamento

US$ 15.000.000

Receita

US$ 5.600.000

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Ao ser trazida de volta á vida, Lilith, a rainha dos vampiros, abre um bordel nos subterrâneos de uma funerária para atrair suas vítimas, Após o desaparecimento do irmão de uma linda jovem, o esperto detetive Rafe Guttman descobre o sangrento covil da morta-viva e desvenda sua conexão com o pastor Jummy Current-dono de um milionário império religiosos e patrão da irmã do desaparecido

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Um banho de sangue tresandando a erotismo soft-core que promete revirar as tripas de muita gente.** Lançado pouco depois de *Tales from the Crypt 3: Demónios da Noite*, o filme vem no seguimento de uma série de material que inclui dois filmes mais antigos, livros de quadradinhos e uma série de televisão. Portanto, é um material que o pessoal dos anos 80 já conhecia razoavelmente, mas que para nós, passados mais de trinta anos, está absolutamente esquecido. É compreensível: as comédias negras e de horror não são para todos. Neste filme, tudo se passa em redor de uma casa mortuária que oculta, no seu interior, muito discretamente, um grande bordel que faria as delícias do mais pervertido imperador romano. Um pequeno senão: as meninas são todas vampiras e estão desejosas de retalhar os clientes e banquetear-se com o sangue. É um filme cliché, recheado de todos os lugares-comuns sobre vampiros que estamos habituados a ver, e absolutamente sobrecarregado de cenas de nudez feminina (nunca nudez total, mas temos uma selecção de traseiros empinados e seios turgidos para ninguém meter defeitos) e, é claro, montes de gore, de sangue falso e de carne retalhada. Decididamente um filme a evitar para um serão com os avós de 84 anos. Será surpreendente se eu disser que não temos aqui grandes actores a arriscarem as carreiras por semelhante pedaço de lixo? De facto, e se esquecermos o inexplicável cameo de Whoopi Goldberg, que não dura mais de uns segundos, é Corey Feldman que assume o protagonismo e nos dá uma interpretação dramática mais próxima do trabalho de um profissional. O filme ainda conta com o apoio interessante de Chris Sarandon e Aubrey Morris, mas é só isto: dizer que Angie Everhart, Dennis Miller ou qualquer outro dos membros do elenco fez um trabalho sofrível e tolerável é ser magnânimo. O filme aposta todas as fichas numa enorme selecção de efeitos visuais e especiais destinados a revirar as tripas do público. É algo que, de resto, parece perpassar todo o material oriundo dos *Tales of the Crypt*. O resultado é um conjunto relativamente eficaz de efeitos, que nos faz pensar duas vezes acerca das pipocas. A comédia, todavia, nem sempre funciona e o filme não é assustador o bastante para nos meter medo.

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