Máquina Mortífera 3
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Máquina Mortífera 3

Máquina Mortífera 3

Quando eram dois, faziam Los Angeles tremer... Agora, com novos parceiros, estão mais arrasadores do que nunca.

Tipo

Filme

Ano

1992

Duração

118 min

Status

Released

Lançamento

1992-05-15

Nota

6.7

Votos

3.183

Direção/Criação

Richard Donner

Orçamento

US$ 35.000.000

Receita

US$ 321.731.527

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Após provocarem a explosão de um prédio, os parceiros Martin Riggs e Roger Murtaugh são rebaixados a guardas de trânsito. A dupla tem a chance de virar o jogo quando investigam, com a ajuda da oficial Lorna Cole, um roubo de armas da polícia. O esquema está sendo comandado por um ex-policial corrupto, que mata qualquer um que resolver abrir a boca.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Não fica atrás dos filmes anteriores, mas tem uma história confusa.** Este filme é o terceiro da franquia *Arma Mortífera* e leva-nos a uma nova aventura dos dois polícias mais pouco ortodoxos: os sargentos Roger Murtaugh e Martin Riggs vão investigar um crime que os leva a descobrir que existe alguém nas forças policiais que está a desviar armas e munições apreendidas e destinadas à destruição, com o fito de as vender nas ruas. Pessoalmente, penso que este filme conseguiu ombrear com os dois antecessores. Há muito material bom aqui e o filme procura inovar e manter o interesse do público: há personagens novas e o filme não parece uma desculpa para impressionantes e intermináveis cenas de acção, luta e tiroteios. Mesmo assim, peca por não ter uma história tão convincente, interessante e bem escrita quanto deveria. Confusa, por vezes desconexa e ilógica, a trama não sustenta o filme e só com muita generosidade vamos dando ao filme as indulgências que precisa para funcionar. O elenco conta, como não podia deixar de ser, com as colaborações de Mel Gibson, Joe Pesci e Danny Glover, entre outros actores. Glover é muito bom e a personagem recebe, para este filme, uma dose adicional de carga dramática. Murtaugh nunca nos pareceu tão cansado e desgastado. Gibson dá à personagem dele um tom menos explosivo: se nos filmes anteriores Riggs parecia estar à beira de um ataque de nervos, aqui ele consegue ter uma linha de pensamento racional, coerente, uma capacidade de acção estratégica. Pesci deixa de ser o pateta da franquia e começa a colaborar, de forma activa e até útil, com os polícias de quem se tornou amigo. O filme conta ainda com Rene Russo, actriz de grande capacidade que dá vida a uma agente dos Assuntos Internos, encarregada de uma investigação que acabará a colaborar com Riggs. Tecnicamente, é um filme regular. A aposta vai para os efeitos especiais, visuais e sonoros, que são realmente muito bons. Os cenários, bem como os figurinos, cumprem bem o seu papel e a cinematografia não sobressai, mas também não faz má figura. A banda sonora, confesso, não me chamou a atenção particularmente.

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