Mulher Solteira Procura
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Mulher Solteira Procura

Mulher Solteira Procura

Dividir um apartamento pode ser de matar.

Tipo

Filme

Ano

1992

Duração

107 min

Status

Released

Lançamento

1992-08-14

Nota

6.3

Votos

722

Direção/Criação

Barbet Schroeder

Orçamento

US$ 16.000.000

Receita

US$ 48.017.402

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Tendo se separado recentemente de seu noivo, Allison Jones recebe uma nova colega de apartamento, Hedra Carlson. As duas jovens rapidamente criam um vínculo, mas logo Allison começa a perceber que nem tudo está bem com sua nova companheira de moradia, que revela um lado assustador.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Mediano e pouco interessante.** Este filme ficou muito famoso, mas não sei até que ponto é merecedor da fama que tem. Na verdade, achei-o bastante banal e sem quase nada que o diferencie de todos os outros thrillers psicológicos. Neste caso, é a história de uma jovem que busca uma companheira para arrendar um quarto e dividir as despesas do apartamento. Ela acaba por arrendar à única pessoa a quem nunca deveria abrir a porta de casa: uma jovem aparentemente inocente, mas que é totalmente psicopata e pode colocar a sua vida em risco. O enredo é bom, mas não consegue evitar uma sensação de mediania que impera em todo o filme. Apesar disso, há algumas cenas (como a morte do cão, por exemplo) que funcionam maravilhosamente e nos deixam ficar em suspenso O elenco é bom o suficiente, mas demasiado insosso e, geralmente, deixa-nos desempenhos medianos em personagens geralmente desinteressantes ou, realmente, desprezíveis. Falta no elenco, e no roteiro, uma personagem palatável com que o público se possa ligar. Bridget Fonda conseguiu alguma notoriedade com este filme, mas deixou-nos uma heroína muito pouco interessante e com pouca personalidade. Steven Weber, que deu vida ao namorado traiçoeiro da heroína, é prejudicado pelo facto de a personagem ser horrível, muito ambígua e caracterizada pela ausência de moral. Ainda mais desagradável e digno do nosso asco é a personagem de Stephen Tobolowsky que, apesar disso, foi bom o suficiente para lhe dar credibilidade. Muito mais interessante foi o desempenho de Jennifer Jason Leigh, no papel da vilã, combinando harmoniosamente doçura, um aspecto inocente e doses aparentemente infinitas de frieza e calculismo. O filme conta ainda com uma interpretação bastante boa de Peter Friedman no papel de um amigável vizinho solitário. Tecnicamente, é um filme desinteressante. Com um ritmo regular, não fica a remoer em cima dos acontecimentos nem há momentos mortos. A cinematografia é o padrão da época, e não destoa do visual que havia na altura. Há algumas boas cenas de acção e várias cenas mais violentas, mas que funcionam mui bem. Os cenários, figurinos e efeitos estão dentro daquilo que podíamos esperar e não surpreendem, tampouco a banda sonora.

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