
Tipo
Filme
Ano
1984
Duração
103 min
Status
Released
Lançamento
1984-06-29
Nota
6.1
Votos
1.630
Direção/Criação
Richard Fleischer
Orçamento
US$ 18.000.000
Receita
US$ 31.042.035
Temporadas
-
Episódios
-
Sinopse
Para que a rainha Taramis cumpra a promessa de trazer a amada de Conan, Valeria, do mundo dos mortos, o bárbaro terá de cumprir uma perigosa missão que envolve a princesa Jehnna. Mas o que ele desconhece é que Taramis ordenou que, após a missão cumprida, Conan seja morto e a virginal princesa retorne para então ser sacrificada ao deus demônio Dagoth.
Elenco principal
Reviews
Total: 2
Filipe Manuel Neto
**Esquecível.** Depois de ter visto *Conan*, decidi ver este filme, que é uma das duas sequelas planeadas para o filme, e das quais apenas esta veria a luz do dia. Não gosto muito deste tipo de filmes, mas são filmes que fazem parte da memória colectiva, conseguiram agremiar uma colecção notável de fãs e ainda passam na televisão. Portanto, os dois filmes estão longe de estar esquecidos e têm sobrevivido relativamente bem ao teste do tempo, ao contrário de uma série de outros trabalhos potencialmente muito melhores. Isto sem esquecer a importância destes trabalhos para a carreira cinematográfica de Arnold Schwarzenegger, como já tive ocasião de destacar na crítica que escrevi para o primeiro filme. O filme é fortemente baseado no material original, da banda desenhada de acção, que fez algo que, para um historiador como eu, é quase uma provocação: mastigou o passado e criou uma coisa surrealista, misturando elementos de culturas antigas e inventando e redesenhando uma série de adereços, armas, roupas e elementos fantasiosos. E se eu considerei o enredo do filme inicial bastante medíocre na sua escrita e concepção, este filme consegue ser ainda pior. Pelo menos, o filme original tinha o sabor da novidade e boas cenas de acção, coreografadas, mas com impacto visual. Este filme nem sequer tem isso a seu favor: é brando, maçador, cansativo e desinteressante. As personagens não são mais que figuras com rostos, sem personalidade ou capacidade para despertar o nosso interesse. Talvez parte da culpa seja da incapacidade do director, Richard Fleischer. O elenco é, no mínimo, bizarro, ainda que eu pense que isso de certa forma combina com todo o filme: Schwarzenegger não nos dá nada que já não tenha dado no filme inicial e está longe de ser o grande actor que conhecemos. Na verdade, as suas capacidades como actor ainda são poucas, e a sua actuação baseia-se no seu porte físico e na forma como ele consegue lutar. Wilt Chamberlain também parece um colosso de força e de virilidade, mas o filme não o sabe aproveitar e o esforço do actor é terrível. Tracey Walter é muito mau, Olivia d’Abo é bonita, mas insípida, desinteressante, e só aparece para o público desejar o seu envolvimento com um dos heróis. Grace Jones, apesar de ter tido grande popularidade nesta altura, é simplesmente ela mesma, não é capaz de actuar ou interpretar uma personagem. Sarah Douglas faz o que lhe é possível, mas não consegue salvar o filme. Tecnicamente, o filme assemelha-se muito ao primeiro, apostando em cenários originais (é de louvar o uso de filmagens em locações geralmente muito bem escolhidas) e figurinos algo fantasiosos, ‘kitsch’ e de gosto duvidoso. A cinematografia é regular, a banda sonora não traz ao filme nada de particularmente notável e a edição parece ter sido bem executada. O que mais me seduziu nos valores de produção, contudo, foi a qualidade geral dos efeitos especiais e de som, que parecem ter sofrido uma evolução quando comparados ao primeiro filme.
Rosana Botafogo
**English** As bad as its 1982 predecessor and its 2011 remake, but here at least we have some weird little monsters, some underrated carnivorous aborigines, an adorable little princess and a warrior who looks like she came from the Wankanda tribe, fearless and strong. However, what it has in beautiful photography it makes up for in terrible effects, and I'm not even referring to the period, it's really shallow, the least worst of them all, or maybe because it's the worst of them all it was the one I disliked the least, brave... **Portuguese** Tão ruim quanto seu antecessor de 1982 e seu remake de 2011, mas aqui ao menos temos uns monstrinhos esquinitinhos, uns aborígenes carnívoros subestimados, uma princesinha adorável e uma guerreira parecendo saída da tribo de Wankanda, destemida e forte, entretanto o que tem de bela fotografia tem de péssimos efeitos, e nem me refiro a época, coisa rasa mesmo, o menos pior de todos eles, ou talvez por ser o pior de todos foi o que menos desgostei, corajoso…
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