Navio Fantasma
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Navio Fantasma

Navio Fantasma

O terror está a bordo.

Tipo

Filme

Ano

2002

Duração

88 min

Status

Released

Lançamento

2002-10-25

Nota

6.0

Votos

2.624

Direção/Criação

Steve Beck

Orçamento

US$ 35.000.000

Receita

US$ 71.142.361

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Uma equipe de resgate descobre um navio de passageiros perdido desde a década de 60, chamado de Antonia Graza, flutuando inabitado em uma região remota do Mar de Bering. Ao tentar rebocá-lo, uma série de acontecimentos bizarros começam a acontecer, e a tripulação descobre que a embarcação em decomposição não está vazia. Ao contrário, é o lugar de algo muito mais mortal e terrível do que qualquer coisa que eles pudessem ter imaginado.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Interessante, mas podia ser melhor.** Quando pensamos que vimos um pouco de tudo em terror, vem um filme que nos surpreende com algo novo. Pode ser bom ou mau, melhor ou pior conseguido, mas tem o valor agregado da novidade. Este é um desses casos: filmes sobre casas assombradas há aos montes mas filmes sobre navios assombrados é algo diferente. O director (Steve Beck) e o roteirista (Mark Hanlon) fizeram um trabalho razoável e conseguiram uma história muito interessante, sem os tempos mortos e a violência gratuita que infestam os filmes de terror de hoje. O elenco, liderado por Gabriel Byrne e Julianna Margulies, também fez um trabalho decente, embora eu acredite que Byrne possa admitir que não foi um dos seus melhores filmes. O sangue é abundante, há cenas capazes de revolver o estômago e momentos em que realmente ficamos presos à tela, mas não é um filme excessivamente gráfico. Tudo repousa lindamente numa fotografia ligeiramente desfocada, um ambiente ameaçador e sombrio, discretamente acentuado por efeitos sonoros. Os cenários decadentes do navio foram projectados nos mínimos detalhes e são elegantemente comparados ao seu aspecto "original" através do uso de um tipo de "alucinações" que se assemelham a flashbacks. Um dos momentos mais impressionantes, no entanto, é a cena de abertura. É algo que nós simplesmente não esperamos ver. O fim não é tão forte porque nós, a partir do meio, podemos prever alguns dos pontos-chave do enredo, o que tira o impacto do clímax. A meio do filme, o director e roteirista perdem-se um pouco, revelando-se incapazes de fechar melhor a trama. Confesso que este filme me impressionou quando o vi pela primeira vez. Adorei então, e ainda é um dos meus filmes de terror favoritos, pelo seu potencial e pelo ambiente carrancudo mais do que pela qualidade. Não é um grande filme, não é uma obra de arte, mas é divertido e dá alguns arrepios agradáveis.

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