
Tipo
Filme
Ano
2014
Duração
118 min
Status
Released
Lançamento
2014-01-30
Nota
5.9
Votos
5.803
Direção/Criação
José Padilha
Orçamento
US$ 120.000.000
Receita
US$ 242.688.965
Temporadas
-
Episódios
-
Sinopse
Em um futuro não muito distante, no ano de 2028, drones não tripulados e robôs são usados para garantir a segurança mundo afora, mas o combate ao crime nos Estados Unidos não pode ser realizado por eles e a empresa OmniCorp, criadora das máquinas, quer reverter esse cenário. Uma das razões para a proibição seria uma lei apoiada pela maioria dos americanos. Querendo conquistar a população, o dono da companhia Raymond Sellars (Michael Keaton) decide criar um robô que tenha consciência humana e a oportunidade aparece quando o policial Alex Murphy (Joel Kinnaman) sofre um atentado, deixando-o entre a vida e a morte.
Elenco principal
Reviews
Total: 2
Andreia
For some reason i was expecting more out of this movie, not that it was bad, but i was expecting more action, i was too based on the story how the police Officer Alex Murphy, became the robocop. There was too much treason on this movie, the treason with the cops, the treason with the Omnicorp company,the treason even between the bandits.
Filipe Manuel Neto
**Um remake escusado, feito para obter dinheiro, mas ainda assim interessante e agradável.** "Robocop" foi uma das mais notáveis trilogias dos anos 80 e marcou a memória coletiva daqueles que viveram naquela época. Mesmo aqueles que não viram os filmes certamente ouviram falar deles. A história mantém a estrutura essencial que havia sido mostrada nos filmes anteriores, o que me faz pensar sobre por que eles fizeram esse filme se não mostrassem uma nova história. A resposta é natural: lucro. De qualquer forma, existem algumas diferenças entre este filme e seus antecessores. Obviamente, um grande esforço foi feito aqui para humanizar o que costumava ser um tipo de cyborg insensível, que simplesmente executava tarefas para as quais ele havia sido programado. Outra diferença é que observamos o design e a construção do robô, bem como os motivos e intenções por trás dele. Está claro o interesse comercial, assim como a forma como a indústria tira proveito de um homem ferido para conquistar um novo mercado. Outra diferença marcante é o fim da sátira distópica à sociedade urbana apresentada até agora: os filmes mais antigos apresentavam o Robocop como uma resposta legal a uma escalada violenta do crime em um mundo urbano cada vez mais desumano e selvagem, enquanto aqui ele é apenas um meio para alcançar um novo mercado por uma grande multinacional. Joel Kinnaman jogou um Robocop decente, com alguns traços humanos, mas sem emoção ou conflito psicológico óbvio. Michael Keaton é um bom vilão, um homem que busca a si mesmo e não busca os meios para alcançar seus objetivos financeiros. Gary Oldman é o lado mais humano da indústria que cria o Robocop, e ele consegue sair do trabalho mesmo que não haja esforço em apostar em seus conflitos internos ou psicológicos. Abbie Cornish é a atriz que demonstrou maior capacidade de demonstrar sua psicologia, mas seu personagem serve especificamente a esse propósito. Samuel L. Jackson é um bom ator, mas eu sinceramente não entendi o propósito de seu personagem. Em um nível técnico, o bom CGI reina neste filme, mas isso poderia ser esperado. A trilha sonora, infelizmente, é bastante esquecível. Este filme, feito para lucro rápido, é um remake desnecessário de uma boa trilogia dos anos 80 que ainda não está desgastada pelo tempo. Então é quase impossível não fazer comparações. Sem muita emoção ou tensão, o filme carece de profundidade psicológica e é completamente desprovido de sátira, apesar de tecer várias críticas severas sobre como certas indústrias podem ser impessoais e desumanas. Curiosamente, uma crítica que o filme não faz é que o robô é feito na nova mega fábrica americana ... China. Estamos bem conscientes de que as empresas (e não apenas os EUA) gostam de explorar mão-de-obra barata dos países orientais, mas ver isso no filme é de mau gosto.
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