Força Aérea Um
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Força Aérea Um

Força Aérea Um

Quando o avião do presidente é sequestrado, os termos são bem claros... ou negocia ou morre.

Tipo

Filme

Ano

1997

Duração

125 min

Status

Released

Lançamento

1997-07-25

Nota

6.5

Votos

3.271

Direção/Criação

Wolfgang Petersen

Orçamento

US$ 85.000.000

Receita

US$ 315.200.000

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Ao visitar a Rússia, o presidente americano faz um pronunciamento de nunca ceder às exigências de terroristas. Quando o presidente volta para casa em companhia de sua família, alguns partidários de um ditador preso pelos EUA assumem o controle do avião e exigem a libertação de seu líder. Caso contrário, matarão a mulher e a filha do presidente. Ele precisa escolher entre negociar com os terroristas e negar o que pregou, ou decidir não negociar e ver sua família ser assassinada.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

**Demasiada propaganda americana.** Este filme de acção centra-se na figura do presidente dos Estados Unidos da América e no seu avião particular, chamado de "Air Force One", o qual é sequestrado por piratas do ar, politicamente motivados e dispostos a matar tudo e todos para libertar um ditador da Europa de Leste. É claro que este filme é uma chuva copiosa da propaganda imperialista dos EUA, com os Estados Unidos a serem os "polícias do mundo" e os paladinos da liberdade. Apesar disso, é um bom filme de acção, embora já existam tantos filmes de acção em aviões que acabam por nada trazer de novo além da referida propaganda. As cenas no gabinete da crise presidencial são muito mais interessantes do que as cenas no avião, com as várias hesitações e medos da equipa do governo a saltarem aos olhos do público. Essas cenas ajudam muito a entrar no clima do filme. O final carece de credibilidade e acaba por soar totalmente implausível. Harrison Ford fez um bom trabalho mas lembra-nos muito uma série de outros filmes de acção em que ele brilhou, por isso acabamos por não nos sentir impressionados com isso. Gary Oldman esteve muito bem, quase tirando as atenções de Ford. O pior da sua interpretação é um falso sotaque russo que torna a personagem um pouco ridícula às vezes. Glenn Close também fez um bom trabalho, embora numa personagem secundária mas que acaba tendo alguma centralidade no desenvolvimento da história. Tudo o resto, infelizmente, é um longo auto-elogio. São os EUA a amarem-se a si próprios.

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