Bridget Jones: No Limite da Razão
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Bridget Jones: No Limite da Razão

Bridget Jones: No Limite da Razão

Tipo

Filme

Ano

2004

Duração

108 min

Status

Released

Lançamento

2004-11-10

Nota

6.2

Votos

3.008

Direção/Criação

Beeban Kidron

Orçamento

US$ 40.000.000

Receita

US$ 265.126.918

Temporadas

-

Episódios

-

Sinopse

Depois de seis semanas de namoro firme com Mark Darcy (Colin Firth), Bridget Jones (Renée Zellweger) começa a sofrer ao se auto-questionar sobre o que poderia manter o relacionamento firme, fora da rotina. Tudo promete ficar ainda pior com a contratação de uma nova funcionária no trabalho de Mark, além do retorno inusitado e inesperado de Daniel Cleaver.

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Reviews

Total: 2

Filipe Manuel Neto

**Morno e muito pouco interessante.** Depois do sucesso do primeiro filme, a sequela era algo que sabíamos que ia acontecer, e que não ia ser tão boa nem tão fresca, como de facto se verificou. O filme inclui o núcleo principal do elenco e da produção do primeiro filme e consegue uma interessante e agradável sensação de continuidade narrativa, mas a graça, a frescura, a leveza e a criatividade do primeiro filme estão em larga medida ausentes desta sequela, que se limita, em parte, a dar seguimento à sua história e a reutilizar uma fórmula que deu bom resultado. Neste filme, Bridget e Darcy estão finalmente juntos e felizes… até que as dúvidas dela acerca da fidelidade dele (obviamente insufladas pelos amigos, que nestas coisas são excelentes para pôr achas na fogueira e aumentar o problema) levam a sucessivas brigas. Entretanto, a carreira e a vida dela vão sofrendo alterações, com uma aproximação ao ex-namorado, Daniel, que vai tentar aproveitar a oportunidade para voltar a intrometer-se na relação dela com o rival. É uma história razoavelmente bem escrita, se descartarmos os elementos mais imaginativos, como a passagem da protagonista pela prisão num país estrangeiro (para mim, foi o momento mais esquecível do enredo). O humor continua presente, mas não é tão eficaz e o filme é morno. No que diz respeito ao elenco não temos qualquer novidade: novamente, Renee Zellwegger, Hugh Grant e Colin Firth voltam a ser as estrelas de um elenco cheio de caras conhecidas. Os três estão perfeitamente a vontade com as personagens e fazem um trabalho muito bom, numa avaliação global, mas não notei grande evolução em nenhum deles. Limitaram-se a reeditar o que já tinham feito. Mais interessante é a forma como Gemma Jones lidou com os desafios que a sua personagem lhe trouxe desta vez, sendo ela a figura central de um dos mais importantes sub-enredos do filme. Tecnicamente, o filme tem valores de produção e um estilo visual muito semelhantes ao seu antecessor directo. Muito britânico no seu estilo, é visualmente despretensioso, mas elegante e tem uma boa edição e bons locais de filmagem, cenários e figurinos. A banda sonora não tem nada de particularmente notável.

Pedro Quintão

Bridget Jones: The Edge of Reason não consegue atingir o mesmo nível do original, mas isso não significa que seja um filme mau. Na verdade, ainda se vê bem e tem os seus momentos. No entanto, falta-lhe uma narrativa um pouco mais forte e desenvolvida, algo que elevasse a história além do que já tínhamos visto no primeiro filme. A sequela mantém muitos dos elementos que tornaram o original num sucesso: o humor peculiar e vulnerabilidade encantadora de Bridget Jones, assim como a química entre Renée Zellweger, Colin Firth e Hugh Grant. O trio de atores estão perfeitos e icónicos nos seus papéis. No entanto, o filme peca por repetir muitas das fórmulas do original sem acrescentar algo verdadeiramente novo. A narrativa acaba por ser um pouco esticada, com situações que, por vezes, parecem forçadas apenas para prolongar a comédia ou o drama. Algumas cenas, como a prisão na Tailândia, são divertidas e muito bonitas, mas às vezes, o drama em torno do triângulo amoroso acaba por ser exaustivo, pois já sabemos o que acontecerá. Mesmo assim, este 2º capítulo tem momentos que valem a pena. As interações entre Bridget e Mark Darcy continuam a ser cativantes, e há cenas que conseguem provocar boas gargalhadas. A banda sonora, tal como no primeiro filme, é um ponto alto, com músicas que complementam bem o tom da história e trazem uma dose extra de nostalgia. No geral, Bridget Jones: The Edge of Reason é uma sequela que, embora não supere o original, consegue entreter. É um filme que os fãs da Bridget Jones vão apreciar, mesmo que não se torne tão memorável quanto o primeiro. Para quem gosta de comédias românticas leves e divertidas, vale a pena dar uma oportunidade.

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