The Outpost
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The Outpost

The Outpost

Uma guerreira se levanta. Uma lenda se desenrola.

Tipo

Série

Ano

2018

Duração

45 min

Status

Canceled

Lançamento

2018-07-10

Nota

7.4

Votos

265

Direção/Criação

Kynan Griffin

Orçamento

-

Receita

-

Temporadas

4

Episódios

49

Sinopse

Talon é a última sobrevivente da raça dos Blackbloods. Depois de sua vila ser destruída por um grupo de mercenários, essa jovem viaja para uma fortaleza distante, onde poderá localizar os assassinos de sua família. Em meio a esta jornada, no entanto, ela descobre que possui um misterioso poder sobrenatural, que poderá utilizar para salvar o mundo.

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Reviews

Total: 1

Filipe Manuel Neto

Aceitável, mas esquecível. Vi esta série recentemente e confesso que custou um pouco a gostar dela. Os dois ou três primeiros episódios são uma introdução fria e pouco convidativa do que vem logo a seguir, e acredito que muitas pessoas que não gostaram da série simplesmente desistiram dela nesse ponto. Realmente, não é uma série que cativa nas primeiras impressões. E para ser honesto, também não é uma série fantástica, que vai ficar na nossa memória durante anos. Temos de colocar as coisas no devido lugar: é boa para passar algum tempo de ócio, mas só isso. Passadas três semanas do fim, eu já me tinha esquecido de que a tinha visto e não tenciono voltar a vê-la. Não me vou deter na análise do enredo pois é razoavelmente complexo, mas posso dizer que há uma dose generosa de opções ilógicas, situações incompreensíveis e twists que foram introduzidos à martelada para a trama ser menos previsível e haver novidades em cada episódio. Por isso, não surpreende que haja uma imensidão de sub-tramas que se sucedem rapidamente por forma a manter a série num ritmo acelerado. O problema disso é que cada sub-trama é uma rápida sucessão de clichés sem interesse e que só raramente contribuem para o desenvolvimento das personagens ou da história geral, que progride aos solavancos e sem que se compreenda bem como foi delineada. De facto, os autores do roteiro não parecem dispor de um plano geral para a trama, limitando-se a “navegar à vista de costa”, como se estivessem a escrever uma telenovela sujeita a adaptações feitas à última hora para agrado das audiências. Também não tenho muito para dizer sobre o elenco. Jessica Green é uma actriz competente que conseguiu ser protagonista após um trabalho bem feito como Cleópatra em “Roman Empire”, pelo que é uma aposta segura por parte da produção. Além da sua beleza física – ela é realmente bonita como mulher – deixa-nos mais um bom trabalho e vai, certamente, continuar a ter acesso a trabalhos televisivos aliciantes. Jake Stormoen é o “standard” dos actores jovens atraentes que fazem par romântico e não vai muito além desse cliché, enquanto o indiano Anand Dessai-Barochia fez um trabalho muito positivo e dá-nos uma personagem que pelo menos faz rir e provoca empatia. Imogen Waterhouse também é uma adição agradável, embora seja um pouco cansativo que as personagens de maior importância do enredo sejam quase totalmente mulheres, e os homens fiquem em posições secundárias ou apareçam como vilões ou engatatões para as heroínas. A nível técnico, a série não nos traz nada de impressionante. Após o sucesso que “Game of Thrones” representou, é extraordinariamente difícil para uma série de fantasia competir de maneira consistente e apresentar valores de produção equiparáveis, por isso, se por um lado esta série foi lançada para aproveitar a popularidade deste tipo de material, por outro não tem como parecer extraordinariamente barata e pobre quando comparada aos grandes êxitos com os quais tenta desesperadamente competir. Apesar disso, o CGI é suficientemente bem feito e os cenários são esteticamente elegantes, numa imitação muito fantasiada de uma fortificação medieval de fronteira, longe de tudo e sem importância. A concepção de adereços e figurinos segue, grosso modo, o mesmo caminho. O pior, para mim, é a banda sonora, resumida a melodias incidentais que poderiam ser feitas por um estagiário de som num sintetizador de má qualidade.

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